Publicado em Liturgia, Música, Pessoal, Reflexão

“Enviai o vosso espírito, Senhor


e da terra toda face renovai”.

Este Salmo [104 (103)], me traz muitas recordações. A maioria são boas, mas as que são ruins também são lembradas e me fazem refletir o quanto já caminhei, tropecei, levantei e continuo itinerante.

Cantando ou ouvindo alguém cantar este salmo, eu me emociono pela riqueza que é a Palavra de Deus, pela oração cantada e cantada de verdade, não apenas com técnica e bela voz, mas sobretudo quando é entoada com sentimento, expressividade, sinceridade e emoção. Foi assim na Solene Vigília de Pentecostes deste ano (26.05), bem como na celebração da Solenidade de Pentecostes  no domingo de manhã (27.05).

Que a glória do Senhor perdure sempre,
e alegre-se o Senhor em suas obras!
Hoje seja-lhe agradável o meu canto,
pois o Senhor é a minha grande alegria!

Além do salmo, fomos contemplados com a belíssima sequência de Pentecostes:

Enchei, luz bendita, chama que crepita o íntimo de nós. Sem a luz que acode, nada o homem pode,  nenhum bem há nele.

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